Até que o carnaval do Rio é bom. Mas o melhor do mundo é o da Bahia.
Não sei se é porque “Narciso acha feio o que não é espelho”.
Mas de verdade, aquela batida no peito, aquele suor ardente, aquela música, aquele povo, minha gente, não tem comparação. Não tem.
Eu fiquei muito em casa esses dias, e por vezes eu via meu carnaval na TV, até doía.

Eu tenho muita, muita saudade dos meus.
Mas fico até contente porque minha vinda pra cá só fez agregar. Comecei nessa de torcer por uma escola de samba, achava pacas de sem graça, mas esse ano numa vinheta com o trecho do enredo da U. da Tijuca eu faleI: “Essa escola eu faço questão de ver”. No domingo, caraca, Difudê! Ontem, mais Difudê ainda. A primeira vez que torço pra esse treco e de cara é a que ganha. Por isso eu digo Tijucanos: Eu dei sorte!
Agora numa Quinta de cinzas, literalmente, chove. É o adeus que dói mesmo, né? A folia vicia. Nem 7 dias de festa e a gente não quer voltar pra realidade. Mas mesmo assim eu fico feliz por voltar. Colocar em prática o que eu pensei pra minha vida esses dias. O ano não começa agora? E eu me disse que seria o meu ano. Das mudanças que começaram em 2009…
E lá vou eu, lá vou eu!

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