E quando parece que o que você fez foi uma grande cagada na privada da vida?

Eu penso nisso. Mas quando penso Laís me chama no MSN. Conversa, se irrita com minha irritação, se preocupa e diz que queria fazer mais. A gente se encontra e ela me dá aquele abraço de urso, aquele carinho que eu preciso.
Mas eu estava tranquila há um ano atrás. E não tem como não pensar em como estaria minha vida se eu não saísse de lá. Mas aí o Léo chega e me olha como se sentisse minha dúvida. Me chama de linda, me faz companhia, conversa comigo e nunca passa sem registrar sua alegria.
Às vezes eu me entristeço, e Lidi me liga com um “oi meu amor” mais profundo do mundo. Ela nem precisa ouvir o que tenho. Ela me fala exatamente aquilo que toca e acalma meu coração.
E quando estou muito cansada, Vivi também está e comunga comigo as vicissitudes da vida. Mas apesar de passar por poucas e boas, ela tem sempre um ensinamento sábio, e um sorriso frouxo.
E como se não bastasse, naqueles dias perdida, a Mara me vem com uma piada sagaz, uma cutucada animadora e um carinho óbvio.

E é natural pensar no que poderia ter sido. Mas mesmo assim não consigo não pensar que pra tê-los, eu faria tudo de novo.

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