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Dizem que anos pares não são muito bons. Na verdade este ano para mim foi metá metá. Bom e ruim. E por incrível que pareça o ruim foi bom, já que consegui tirar do limão uma ótima limonada.

Este ano me provou o quanto sou forte. Fez me orgulhar ainda mais de mim, superei obstáculos, consegui estabilidade e me viro bem sozinha, no mais perfeito equilíbrio. Este ano mudei duas vezes de casa, mudei de emprego, mudei de ares, mudei de humor, mudei de clima. Este ano me reinventei. Provei por a + b quem sempre estará comigo, cultivei antigas amizades, cuidei de observar bem as novas…  Hoje minha família se preocupa bem menos comigo e me apoia muito mais, acredito que vêem o quanto posso ficar ainda melhor.

Então não tenho queixas.

Agradeço no fundo do coração a 2010.

Alegria sempre! Se não for sempre a gente faz uma forcinha…

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Todo final é significativo.

E é claro que o final de ano não foge disso.

Final de ano além de Natal e de fato a sensação que o ano está indo embora, tem meu aniversário, que eu amo, né?

Ano passado meu níver foi uó, passei chorando e mais deprê que tudo… Mas é claro, pra fazer jus a todos os outros anos maravilhosos, este ano vou arrebentar a boca do balão.

E certamente, final de ano e final de ano (os 24 indo embora), como sempre é tempo de pensar um pouquinho nos ônus e bônus do ano que passou.

Agora é comprar pisca-pisca, bolinhas de natal e blá blá blá, e vocês, bom, o que estão esperando??? Ainda não compraram meu presente? Dia 14 tá chegando, ai, ai…

Porque são anos, muitos anos de muito amor.

Porque o conheci com cabelos nos ombros, rosto de menino e já muito encantador.

Porque foram confidências demais para serem esquecidas.

Porque são milhares de declarações e evidências infinitas.

Porque ele tem mil “jargões” que me acompanham até hoje, né macho?

Porque eu sou a melhor das melhores amigas, eu acho.

O tempo longe só fez eu me certificar o quanto você é especial. O quanto você é importante e o quanto você me faz falta.

Já quase quebramos um guarda-roupa pra fazer fogueira, já rimos da cara do outro, já choramos nos braços do outro, já corremos no mar, já nadamos na pista, já nos ferimos, já nos saramos. Você é um dos poucos que me conhece de verdade, e eu sou uma das poucas que sabe das suas besteiras. E no final das contas descobri, que lá no fundo da alma e das lembranças mais bonitas da minha juventude, tem um tal de Ciro Colares, meu menino, meu querido e meu amigo, sempre presente, sempre!

Recebi duas ligações especiais ontem e hoje. Tem pessoas que não importam quanto tempo você ficou longe ou sem se falar, quando há um contato, seja por telefone, por internet ou até mesmo pessoalmente, parece que foi ontem a última vez. Aí me lembro dos amigos eternos. Sinto fortemente o quanto eu sou amada e isso dá uma paz, uma segurança.

Eu nunca vou estar sozinha…

São 1:20 da manhã. É claro, eu amo a madrugada e não consigo deixá-la de lado. Geralmente tenho um fiel companheiro que comunga bobagens e seriedades comigo pelo MSN nesses momentos solitários (nem tanto). Anderson Moura, vulgo Bap, meu amigo querido do peito. Ironicamente, ao pedir um auxílio de um tema pra dividir com vocês aqui no Blog, ele vem com este: “sei lá, fale sobre a lenda da amizade entre homem e mulher”. Mas meus caros, isso é lenda?

Sempre ouvi dizer que há maldade em um dos lados: “Não, com certeza se um dos dois derem mole, rola”. Acreditar em todas as amizades homem x mulher, seria acreditar na política brasileira , por exemplo. Mas julgá-las como maldosas sempre é um exagero pervertido. Será?
Tenho um conhecido que diz que é possível sim ser amigo de uma mulher, é claro, se a mesma for no mínimo aquela baranga.
Eu sei da visão machista, sim senhor. Até mesmo porque tenho uma porrada de amigos homens.
Eis. A praticidade impera esse clã. Digamos… Sexo e amizade. Para a maioria não são excludentes. Ou seja, pode sim rolar entre amigos, porque não? Sexo não estraga uma amizade. O que poderia estragar seria algo mais sério. Um envolvimento amoroso neste caso. Você sentir que a sua amiga, depois daquela noite que vocês ficaram doidões e rolou uma transa maravilhosa, no outro dia já te olha com sinistros olhões brilhantes, diferentes e apaixonados. Toda aquela sua visão de “amiga pra caralho” desaparece. Esta vira mais uma mulher que não sabe separar sexo de envolvimento.
A verdade é que o poder imaginatório e criativo da mulher é bem mais vasto que a do homem. É claro que depois de transar com o melhor amigo ela imagina que aquilo pode ser o início de um belíssimo caso de amor… Conheço caras que encaram a melhor amiga como a irmã mais nova. Imaginar ela na sua cama é algo nojento e pecaminoso. E não, eles não são gays antes que pensem alguma coisa caro(o) leitor(or). E certamente o outro lado da moeda se sente meio incomodado com a situação. “Como assim ele não me dá uma olhada nunca? Ah, mesmo sabendo que não pegaria ele jamais, eu queria perceber que provoco a atenção sexual dele”. Percebem como são? Criaturas incrivelmente complexas.
Bom, há também aqueles (homens e mulheres) que são tão resolvidos pessoalmente que realmente encaram a amizade com o sexo oposto uma ótima. Sem conflito, sem sexo, sem nóia, sem romance ou pirações. Porque sabem que esse tipo de amizade é essencial pros inteligentes, mesmo! Pra nós mulheres um amigo homem é imprescindível naquelas questões onde o que você precisa ouvir é direto e sem vaselina. Pra os homens a amizade feminina serve pra mostrar o lado sensível e maternal das coisas. São duas pessoas que se complementam, dividem experiências, sem a cegueira sexual ou romancista da coisa. Talvez um amor ainda mais puro e tranquilo.

Minha conclusão. Há pessoas que realmente não lidam muito bem com isso. Sempre confundem, se machucam, machucam e enfim… não servem pra dividir uma amizade com o sexo oposto. Porém, há outras que isso é absolutamente possível, eu mesma me encaixo nesse grupo. Tenho sorte de ter os amigos que tenho, eles me ajudam um monte e te dizer, a amizade masculina é muito mais confiável, as meninas que me perdoem.

O fato é que, tem três pessoas queridas lá na sala. Uma delas é uma das minhas melhores amigas, e as outras duas, os pais dela.
Estou escutando o choro, e é sofrido. O quanto é ruim e duro prosseguir determinado a correr atrás da sua maturidade, seja profissional, seja pessoal… Já passei inúmeras vezes por isso, já me despedi daquela que mais amo e todas as vezes cruzo o aeroporto em lágrimas…
Mas sabe? Essas coisas fazem ter mais garra pra você correr atrás mesmo dos objetivos, sem trégua, tem que compensar ter que passar por isso… E todas as vezes, as manhãs, as tardes e as noites, eles vêm na cabeça como um lembrete de que temos a obrigação de crescer.

É, o amor nos move!

titulo original: (Die Weisse Massai)
lançamento: 2005 (Alemanha)
direção: Hermine Huntgeburth
atores: Nina Hoss , Jacky Ido , Katja Flint , Antonio Prester , Janek Rieke
duração: 131 min
gênero: Drama

O filme fala de uma história de amor entre uma garota Suíça e um guerreiro africano. É uma adaptação do livro autobiográfico de Corine Hofmann. De produção alemã, o filme acabou de entrar na minha lista dos “Mais mais”.

É um daqueles filmes que te encantam não só pelo romance verídico, mas também pela riqueza do cenário e pela cultura queniana, da tribo, e os percalços de se viver numa região tão rica (culturalmente) e ao mesmo tempo tão pobre e atrasada (na visão Ocidental).

Carola é além de bela, culta e bem sucedida. Quando viaja para Quênia decide abandonar o noivo para se unir com um guerreiro Massai. Lá ela se sujeita a todo o tipo de sacrifícios, doenças e preconceitos.

O impasse é: Será possível sustentar um amor entre culturas tão diversas?

O filme segue de forma simples, mas cativante. O expectador levanta questões relevantes como a que citei acima. A história é fascinante e desperta interesse até a última cena.

Carola é admirável. Forte, densa, corajosa e espetacular. Se mantém firme até a última gota.

É um filme obrigatório!

Depois dele, correrei para conferir o livro.

Até onde você vai por amor?

Esta história nos faz ter sentimentos controversos. Ora desperta admiração pela “heroína”, ora nos faz ter pena das condições absurdamente contrárias à nossa cultura civilizada, ora nos faz odiar Lemalian (o guerreiro) pelo machismo e ciúmes inexplicáveis (aos nossos olhos), ora nos faz entender que não há nada o que entender, ele e ela são pessoas criadas sob experiências totalmente diferentes o que não garante mocinho ou vilão, em tese.

Apesar do extremismo, podemos comparar este romance aos que vimos e vivemos pelo mundo afora. Carola se apaixonou perdidamente, tão perdidamente, que ao largar tudo por amor, não pensou nas conseqüências que apareceriam ao tomar esta atitude. A gente torce pelo final “feliz”, mas também não pensamos que feliz seria se ela aceitasse essas diferenças e entendesse que nada faria mudar aquele cenário. A gente se entrega a uma paixão visivelmente suicida no intuito de fazer milagres. Há sacrifícios que precisamos fazer para selar um bom relacionamento. Mas passar por cima das suas crenças e ideologias, é tão inverossímil quanto aceitar ser testemunha de uma prática terrível e desumana da clitorectomia nas garotas que atingem os 15 anos de idade na tribo Massai, por exemplo.

Entenda, teoricamente acho bonito o amor impossível ou sacrificioso. Acho bonito apenas em literaturas ou filmes românticos, porque na realidade, essas experiências só fazem sofrer, como consta neste filme em questão, já que é baseado em fatos reais e o romance não tem final feliz.

Pra mim o amor tem que ser fácil. A gente se aproxima do outro para ser feliz. E seguir a vida de uma forma mais leve. Se começa a subtrair ao invés de somar, acho sinceramente, que não existe mais sentido. Amor que destrói, que arrasa, que faz botar as víceras de fora, eu dispenso. Na verdade eu nem acredito que isso seja realmente amor, apesar de não saber definí-lo.

Não acho que as pessoas sejam descartáveis e nem acho que tudo precisa ser um mar de rosas. Só quero dizer que um relacionamento precisa te trazer mais benefícios que malefícios… Mas prós que contras, entendem?

Acho bacana o romantismo, acho legal acreditar no amor eterno, acho bonito ver casais unidos, se amando, e até creio em histórias lindas como conto de fadas. Só não acho que sofrer até a última gota justifique. Sou a favor da felicidade e sinceramente prefiro me livrar de tudo que negue isso.

Lore Almeida

Não tão simples. Pelo contrário. 24 anos e formada como Comunicóloga desde o berço. Lorena Almeida. Lorena porque meu pai é loiro e minha mãe morena, muito criativos esses seus pais!!! Eterna metamorfose, tudo demais e transbordante. Vida!!! Mais do que pode suportar... Às vezes explode, explosão de fúria, amor, desequilíbrio. Tem vezes que se sente a velha mais rabugenta do mundo, outras, a criança mais desprotegida e entusiasmada que existe. Esforço, amizade, família, namorado, INTERNET, atualidades, notícia, diversão, cinema, publicidade, arte, sapatilhas, chocolate, comida oriental... Perseguidora das respostas, mas sem interesse de achá-las prontas. Discussão, discórdia, OPINIÃO. "Não sou detentora da razão. Ela está em partes, precisamos uní-la".

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