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Eu sou transparente. Assim como a mais pura e cristalina àgua.

Nem sempre eu acho isso bom, de vez em quando temos que camuflar algo, dizem que é sobrevivência.
Mas eu sou uma vitrine de sentimentos e pensamentos, expondo com todo meu olhar, palavras e gestos.
Eu digo quando estou bem, mostro quando não gosto, chuto o pau da barraca da boa educação e enfim, algumas vezes trágicas, algumas vezes engraçadas, me encontro sempre em situações interessantes.
Mas isso agrada os meus. E acho que no fundo é isso que importa. Porque o que eu posso fazer com aquele cara que eu conheci, não fui com a cara e disse logo em 3 minutos de conversa? E aquela senhora que todo mundo respeita, disfarça a impugnância e eu vomito que ela não age certo, assim do nada enquanto a galera me olha num misto de vergonha e satisfação?

Eu sou franca e desastrada. Falo o que penso sem ter um mínimo tato com as palavras. As pessoas que não me conhecem talvez possam levar pro mal, mas aqueles que me acompanham sabem, eu sou uma doida varrida, mas tem coisas que abro na mais pura ingenuidade. Não penso muito antes de emitir uma opinião, posso até cometer gafes, mas quer saber, nem me arrependo porque tenho plena consciência e predileção por comportamentos espontâneos.

Sobre minha fase…

A maturidade é a razão pra nos conhercemos melhor?

Eu sinto que a cada má fase, eu consigo sair dela ainda mais esclarecida sobre mim mesma. Como se algumas peças viessem de trajetos difíceis, numa verdadeira caça ao tesouro. Eu gosto de tirar sempre uma bela coisa das coisas mais feias. E com lucidez e resignação, eu aprendo a lição. E por incrível que pareça eu me sinto mais forte. Acho que é assim que me sinto hoje, forte! Eu não consigo sozinha, por vez e de vez, aparecem uns anjinhos sapecas que me empurram. E cara, eu sou tão agradecida por isso. Sabe o que é ter alguém que briga por você? Eu consigo ser ainda mais sortuda. Tem dias como o de hoje, que não dá pra fazer nada além de sorrir com a alma. Eu sou namorada do acaso, e hoje ele me deu um belo presente.

Aí juntos todas as Lorenas que me sobram, e encaro de frente a vida que me resta. Nada má, só brincalhona!

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Antes eu sentia e vivia algo muito diferente do que vivo hoje.

Eu procurava agradar os outros mais que a mim, às vezes me anulava pra não ouvir críticas, e quando elas surgiam eu me sentia a pior das criaturas. Eu fazia muitas coisas que não queria, e não sabia dizer não. Mas dizer sim pros outros, era dizer não pra mim.

Aí antes de eu vim pro Rio, muitas coisas ficaram confusas e embaralhadas. Eu não tive o apoio que precisei, eu também errei um bocado, e alguns que eu garantia que estariam até o fim, me surpreenderam com uma bela virada de costas.


Ninguém tem obrigação com ninguém. Eu até achava que tinha. Até quando fiquei aqui nos primeiros meses, sofri com algumas posturas, posturas sem explicações ou direito de minhas explicações. Depois caí em mim. Fica quem quer ficar. Amizade é gratuita. Apreço também. E aí que percebi que quantidade não compensa qualidade.


Eu achava que tinha muitos amigos. E hoje eu sei que tenho bons e leais.

Hoje eu falo o que penso. E digo muitos nãos. Eu consigo ser eu mesma. Não estou nem aí pras críticas, e quando elas vem, eu sinto que vem com amor e respeito.

Eu acho que mudei. Não, eu tenho certeza que mudei! Não culpo ninguém, e nem julgo. Não tenho mágoa, pelo contrário, sou grata.

Eu sinto a presença dos meus amigos. Posso ficar dias sem falar com alguns deles. Mas vivo situações sérias e importantes e sinto cada um do meu lado. E quando ligo, procuro, eles não me condenam. Eles me recebem de braços abertos. Como se tivesse sido ontem a última vez.


E hoje vocês não têm noção o quanto sou feliz e realizada. Continuo tendo meus tropeços e minha personalidade continua ainda mais louca. Mas não há nada mais pra eu me envergonhar ou esconder. Não é a gente que tem que se amar? Quem chega junto é porque, sem obrigação nenhuma aprende a amar a Lore Almeida que sou.

Às vezes eu presto, outras não valho nada… Mas quem liga? Você?

-Escrever um primeiro post com o sono que estou é perigoso, mas vai, vou, irá!-

Esse é o meu terceiro Blog, acho.
Representa uma fase, das mil.
E voltei porque preciso, e gosto, e estava com saudade.
Mesmo que pra meia dúzia de pessoas, eu preciso me mostrar.
E então, não daquele mesmo jeito, mas com a mesma vontade, compartilharei confissões de uma mulher (não mais adolescente), algumas bem sinceras, outras bem articuladas e mentirosas, mas aí ninguém vai saber o que é o quê, porque nisso eu sou boa.
Apesar de que, tou varrendo todos os disfarces e agradando a mim mesma, a parte importante da história.


Por falar em história, a minha é grande e louca. E olhando pra trás me orgulho de tudo, até mesmo das partes que me fizeram chorar ou que fizeram pessoas perto de mim chorarem. São elas que moldaram a mulher que sou hoje, que já sabe e escolhe somente o que quer, que dispensa beiradas e sobras, e que consegue se dizer segura. E que adora repetir essa frase só para não esquecer a lição tomada e retomada.

Eu gosto das coisas interessantes. Mas me interesso por coisas que não interessam muito. Porque eu preciso gostar do diferente e do errado também. O normal e o certo eu até acho legal, mas entedia.

Na maioria das vezes eu rio da vida. Quando me molho na chuva, quando eu perco o ônibus ou quando este está lotado em pleno engarrafamento de 2 horas… É que tudo tem seu lado de graça. Mas como dizem que “rir de tudo é desespero” eu também fecho a cara as vezes. E me dou o direito de ficar mau humorada e fico com gosto, porque se é pra ser que seja por inteiro.

E vivo por inteira o meu trabalho, o meu estudo, os meus amigos e amores.
Mas não crio mais dependência de ninguém. Aprendi que pra ser feliz a gente só precisa contar com a gente mesmo. E é preciso ser leve para amar. E amar muito, todas as coisas, porque quando uma delas não mais existir não precisemos perder o chão.

Ah! Hoje sei o que é traçar metas e não ficar presa a elas.
Cobrança e culpa atrasam.

E nada é mais importante que viver tudo, recolher tudo e absorver o necessário.

Minha mente não me deixa pensar de tanto sono aí eu tenho que me despedir porque vocês sabem, não há nada pior que embalalhar as frrases e estes ficerem desxconesaslpd´kd.,qkdeçl;……..

Lore Almeida

Não tão simples. Pelo contrário. 24 anos e formada como Comunicóloga desde o berço. Lorena Almeida. Lorena porque meu pai é loiro e minha mãe morena, muito criativos esses seus pais!!! Eterna metamorfose, tudo demais e transbordante. Vida!!! Mais do que pode suportar... Às vezes explode, explosão de fúria, amor, desequilíbrio. Tem vezes que se sente a velha mais rabugenta do mundo, outras, a criança mais desprotegida e entusiasmada que existe. Esforço, amizade, família, namorado, INTERNET, atualidades, notícia, diversão, cinema, publicidade, arte, sapatilhas, chocolate, comida oriental... Perseguidora das respostas, mas sem interesse de achá-las prontas. Discussão, discórdia, OPINIÃO. "Não sou detentora da razão. Ela está em partes, precisamos uní-la".

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