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Cara, como eu sou feliz!

Essa frase olhando pra semanas atrás parece meio desconexa. Mas aí, olhando sob meu prisma, é mais coerente que tudo na minha vida.

Eu nunca tive tanto orgulho de mim. E eu nunca pensei que me transformaria nessa mulher tão especial que me tornei. Sem falsa modéstia mesmo. Hoje, com tudo o que passei, continuei entregue a um único propósito. Seguir, crescer, e receber as respostas que sempre mereci. Eu sabia que pra mim só poderia vim o melhor, mas pra isso eu precisei passar por momentos ruins, com pessoas piores ainda, pra saber exatamente do que eu precisava. No momento estou cercada de coisas que só me colocam pra frente, e agora eu sei que esse é o caminho do meu melhor futuro.

Pra arrumar as gavetas você tem que tirar tudo dela. Aí quando você olha pras coisas parece que nunca vai conseguir arrumar. É uma etapa inadiável, essa etapa da bagunça. Agora está tudo arrumado. Pronto pra uma nova bagunça talvez, afinal, a gente tá sempre usando uma coisa ou outra e colocando outras novas na gaveta.

Mas não interessa. O que interessa mesmo é a minha felicidade e a grande admiração que tenho pela minha história. Sempre ouço das pessoas o grande respeito que elas tem por mim e pela minha luta. As minhas amigas do trabalho vivem me lembrando da força extraordinária que tenho dentro do meu peito. E sinceramente, pra mim não há nada mais satisfatório!

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E quando parece que o que você fez foi uma grande cagada na privada da vida?

Eu penso nisso. Mas quando penso Laís me chama no MSN. Conversa, se irrita com minha irritação, se preocupa e diz que queria fazer mais. A gente se encontra e ela me dá aquele abraço de urso, aquele carinho que eu preciso.
Mas eu estava tranquila há um ano atrás. E não tem como não pensar em como estaria minha vida se eu não saísse de lá. Mas aí o Léo chega e me olha como se sentisse minha dúvida. Me chama de linda, me faz companhia, conversa comigo e nunca passa sem registrar sua alegria.
Às vezes eu me entristeço, e Lidi me liga com um “oi meu amor” mais profundo do mundo. Ela nem precisa ouvir o que tenho. Ela me fala exatamente aquilo que toca e acalma meu coração.
E quando estou muito cansada, Vivi também está e comunga comigo as vicissitudes da vida. Mas apesar de passar por poucas e boas, ela tem sempre um ensinamento sábio, e um sorriso frouxo.
E como se não bastasse, naqueles dias perdida, a Mara me vem com uma piada sagaz, uma cutucada animadora e um carinho óbvio.

E é natural pensar no que poderia ter sido. Mas mesmo assim não consigo não pensar que pra tê-los, eu faria tudo de novo.

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…o tempo, o telefonema, o carinho de uma amizade, o calor brando da manhã, o frio meigo da madrugada, a censura, à vontade, o resgate, a boa comida, um intenso abraço, o rosto leve, a saudade resignada…

E nas páginas de vida jogada fora, entre noites mal dormidas e desamores, no meio de um atordoado e emaranhado tormento solitário e desalento grupal, me encontro num cruel pretexto de sustentar meus vícios, minhas curas, minhas dores e minhas vontades, estas já extintas desde o tempo em que, com posse dos meus melhores tesouros, desfrutava as delícias de uma existência mais bela que a loucura cega!

No meu caso sim!

Nem tudo é tão mal. Esses momentos de tristeza aproveito as levas de inspiração e crio. Tudo bem que sempre vem textos complexos e bastante melancólicos. Mas como diz sabiamente Vínicius de Moraes: “…pra fazer um samba com beleza / É preciso um bocado de tristeza / É preciso um bocado de tristeza…”.

Tristeza não combina comigo, é o que dizem… Mas podem se decepcionar, não sou forte. Nem um pouco! E isso me dá o direito de me magoar profundamente, de querer morrer às vezes, de não ter vontade de sair debaixo dos lençois, nem de comer, de chorar diariamente trocentas vezes…

E pra ilustrar o que quero dizer, deixo com vocês um fruto do meu estado hoje:

E se partisse para um lago sem fundo.

E neste lago encontrasse alguma doce criatura,

de mãos prestes a me ajudar a mergulhar…?

Não hesitaria, de forma alguma.

Porque nessa terra de gente sofrida,

onde nenhum ser consegue ser feliz.

Pra quê oxigênio se não temos vida?

E de nada adianta meus prantos,

e nada cura, feridas abertas…

Naquele lago eu vejo acalanto,

E a criatura bela a me chamar.

Vou despida de orgulho,

esse aqui que só me deu tristeza.

Levarei a esperança,

essa nunca é demais.

Mas a cólera não me deixa ir,

junto com a dor me prendem em seus braços

E aquela criatura, face preocupante

Reza para que eu seja mais forte

Quero me afogar, me deixem!

Até o ultimo fôlego quero perder

Mas eles avançam e tonteiam

E o lago seca ao me ver.

 

Algum dia vou sair andando

E serei livre

E deixarei as pessoas estéreis

Com sua segura esterilidade

Partirei sem deixar o novo endereço

E atravessarei alguma selva desolada

Na qual deixarei ficar o mundo

Depois sairei andando livre de cuidados

Como um atlas desempregado

 James Kavanaugh, Will you bemy friend?

 

E se me encontrarem no meio do caminho, me lembre quem são…

Ótimo! Quatro anos fazendo um curso que desde o primeiro semestre você jurava que era dos seus sonhos. Muitos estudos, estresses, cabeças quentes (e frias), bons professores, péssimos professores, colegas que viram amigos eternos, expectativa para entrar no mercado e PROJETO EXPERIMENTAL!

Entrei em Publicidade e Propaganda por causa da minha mãe. Por mim, na época, entraria em Letras pela minha desastrosa mania de querer escrever e ler tudo (grande ingenuidade). Minha mãe formada em Letras, não queria que a filha repetisse o curso. Enfim, ela sempre achou que Publicidade era minha cara, e coração de mãe, né? Mesclado com a obediência de filha, Publicidade pra dentro.

Amei o curso desde o início, e lá fui eu, entre trancos e barrancos, me pegando em Mídia II (numa briga de amor e ódio com Dudu Malvadeza), colecionando alegrias, prazeres e talentos. Eis que chega a parte final do processo, a mais esperada, o resultado de inteiros quatro anos, a parte mais importante e… empolgação zero!!!

Como assim empolgação zero?

Exatamente a pessoa que colocou com entusiasmo muita energia e amor em tudo que fazia na faculdade, hoje não tem a mínima vontade de concluir seu curso.  Cadê a magia? Cadê a expectativa? Cadê a futura Publicitária? Será que é normal ter essa síndrome de final de curso?

Espero voltar com boas notícias de novo ânimo…

Lore Almeida

Não tão simples. Pelo contrário. 24 anos e formada como Comunicóloga desde o berço. Lorena Almeida. Lorena porque meu pai é loiro e minha mãe morena, muito criativos esses seus pais!!! Eterna metamorfose, tudo demais e transbordante. Vida!!! Mais do que pode suportar... Às vezes explode, explosão de fúria, amor, desequilíbrio. Tem vezes que se sente a velha mais rabugenta do mundo, outras, a criança mais desprotegida e entusiasmada que existe. Esforço, amizade, família, namorado, INTERNET, atualidades, notícia, diversão, cinema, publicidade, arte, sapatilhas, chocolate, comida oriental... Perseguidora das respostas, mas sem interesse de achá-las prontas. Discussão, discórdia, OPINIÃO. "Não sou detentora da razão. Ela está em partes, precisamos uní-la".

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