18 de junho de 2010 às 12:30 o mundo ficou ainda mais cego.

“Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais.” José Saramago.

Para mim definitivamente hoje não é só um dia a mais.

Lembro-me como se fosse hoje. Há 8 anos atrás, numa vasculhada absolutamente normal, que eu fazia na Biblioteca do Colégio, encontrei um livro cujo título era: “Ensaio sobre a cegueira”. Achei interessante, e este livro era de um autor que até então eu só conhecia de ouvir falar. Consegui ler em duas noites. Fiquei fascinada com o teor de realidade do livro. E da forma com que o escritor relatava essa realidade. Depois desta vieram outras obras, mas o que me deixava ainda mais fã era o que vinha dentro de tudo o que eu lia. Um senso de humanismo inacreditável. Talvez eu nunca tenha visto alguém retratar o ser humano como divino e ao mesmo tempo pecaminoso e passear pelos contornos psicológicos da pessoa humana com um envoltório sábio, lúcido, visceral e mágico.

Pra quem não sabe, o José Saramago era ateu, ou como ele mesmo disse: “Não sou um ateu total, todos os dias tento encontrar um sinal de Deus, mas infelizmente não o encontro.” E de uma forma contundente e intelectual de encarar a religião, Saramago criou uma relação de intensa tensão com o Catolicismo, religião esta ainda poderosa em Portugal, país onde nasceu. E por desafiar e criticar a Bíblia, livro sagrado e intocável, o escritor foi considerado herege pelos Católicos e foi intensamente perseguido por eles. Mas o que mais me marcou nessa passagem, foi a provocação ao raciocínio que Saramago tentava ascender. O combate da “insolência reacionária” com a “insolência da inteligência viva”. Certamente, uma Instituição como esta, ainda tão iludida numa superioridade que não mais existe, com certeza não soube ouvir as indagações tão lúcidas e pertinentes de Saramago. Mas era de se esperar…

O mundo ainda é cego. As pessoas não estão acostumadas a questionar as “verdades absolutas”. Acomodam-se em pensamentos repetidos, é mais fácil deixar pensarem pela gente. Estamos condicionados a leituras fáceis, a consumir informações irrelevantes… Pensar no papel do homem no Universo esta além de religiões. E era assim que Saramago pensava. Não é uma religião que vai me dizer como devo me comportar. Principalmente… Eu quero questionar, eu quero ter o direito da dúvida, e tudo o que me negue isso não há porque eu me inclinar, ou admirar. O compromisso dos representantes religiosos deveria ser com Deus e não com o poder. E o compromisso deste escritor era com a verdade, era com a liberdade.

Fora a polêmica com a religião, Saramago quando afirmou que “os Judeus não merecem simpatia pelo sofrimento que passaram durante o Holocausto… Vivendo sob as trevas do Holocausto e esperando ser perdoados por tudo o que fazem em nome do que eles sofreram parece-me ser abusivo. Eles não aprenderam nada com o sofrimento dos seus pais e avós” provocou indignação do grupo judaico de defesa contra os civis, a ADL, chamando o escritor de anti-semita, considerando-o preconceituoso com relação aos judeus. E esse tema pra mim tem tanto significado, afinal, sou uma curiosa nata com relação a história do povo judeu antes e depois do Holocausto, e sinceramente, apesar de toda revolta pelo acontecido, não julgo e nem nunca julguei os judeus como pobres coitados, acredito que não é um episódio na História que vai apagar todo o resto, e também creio que O enfraquecimento dos valores humanistas de cooperação e solidariedade gerou naquela sociedade um estilo de vida materialista” fato este que considero de uma ambiguidade curiosa.

Meu escritor ganhou em 1998 o Prêmio Nobel de Literatura, o primeiro concedido a um escritor de língua portuguesa e de certa forma ajudou a disseminá-la pelo mundo.

Como se não bastasse, José Saramago protagonizou uma história de amor digna de um belíssimo filme de romance (e já vou profetizando que um filme sobre essa história ainda vai ser feito). Conheceu sua última esposa, Pilar Del Rio – jornalista espanhola, em 1986, até então fascinada pelas leituras recentes de todas as obras do escritor que até pouco tempo não conhecia, na condição de fã instantânea. Um primeiro encontro marcante, e mais, um encontro de almas gêmeas, afins e simpáticas. A diferença de  “apenas” 28 anos deu profundidade nesse amor que cura. É, que cura. Numa entrevista em um programa da Globo News em 2008 se não me engano, Saramago diz que a sua esposa foi o motivo de ter se recuperado de uma enfermidade na época. Que poderia até parar de escrever, mas não conseguia se imaginar sem ela. E ele não me cansava de admirá-lo.

Para finalizar esse post, num intuito singelo de homenagear um dos meus maiores ídolos, copio a resposta dele a uma pergunta sobre vida eterna.

“Realmente, não acredito na vida eterna, embora vá inventando formas de dar-lhe alguma eternidade à vida. Quando invento [em Todos os Nomes] uma conservatória [arquivo do Registro Civil] onde estão todos os nomes e um cemitério onde estarão todos os mortos, no fundo é uma forma de dar eternidade àquilo que não é eterno, ou pelo menos dar-lhe permanência. Se não fosse essa história do meu irmão, talvez escrevesse um livro chamado Todos os Nomes, mas seria outro totalmente, porque a minha busca dos dados referentes a ele é que me leva, no romance, a dar numa conservatória. Parece haver uma espécie de predestinação em tudo aquilo que faço. Há coisas que acontecem e que suscitam outras idéias, portanto é tudo uma questão de estar com atenção ao modo como essas idéias se desenvolvem. Algumas delas não têm saída, mas há outras que encontram seu próprio caminho. Não escrevo livros para contar histórias, só. No fundo, provavelmente eu não seja um romancista. Sou um ensaísta, sou alguém que escreve ensaios com personagens. Creio que é assim: cada romance meu é o lugar de uma reflexão sobre determinado aspecto da vida que me preocupa. Invento histórias para exprimir preocupações, interrogações…”

Eu sou transparente. Assim como a mais pura e cristalina àgua.

Nem sempre eu acho isso bom, de vez em quando temos que camuflar algo, dizem que é sobrevivência.
Mas eu sou uma vitrine de sentimentos e pensamentos, expondo com todo meu olhar, palavras e gestos.
Eu digo quando estou bem, mostro quando não gosto, chuto o pau da barraca da boa educação e enfim, algumas vezes trágicas, algumas vezes engraçadas, me encontro sempre em situações interessantes.
Mas isso agrada os meus. E acho que no fundo é isso que importa. Porque o que eu posso fazer com aquele cara que eu conheci, não fui com a cara e disse logo em 3 minutos de conversa? E aquela senhora que todo mundo respeita, disfarça a impugnância e eu vomito que ela não age certo, assim do nada enquanto a galera me olha num misto de vergonha e satisfação?

Eu sou franca e desastrada. Falo o que penso sem ter um mínimo tato com as palavras. As pessoas que não me conhecem talvez possam levar pro mal, mas aqueles que me acompanham sabem, eu sou uma doida varrida, mas tem coisas que abro na mais pura ingenuidade. Não penso muito antes de emitir uma opinião, posso até cometer gafes, mas quer saber, nem me arrependo porque tenho plena consciência e predileção por comportamentos espontâneos.

Sobre minha fase…

A maturidade é a razão pra nos conhercemos melhor?

Eu sinto que a cada má fase, eu consigo sair dela ainda mais esclarecida sobre mim mesma. Como se algumas peças viessem de trajetos difíceis, numa verdadeira caça ao tesouro. Eu gosto de tirar sempre uma bela coisa das coisas mais feias. E com lucidez e resignação, eu aprendo a lição. E por incrível que pareça eu me sinto mais forte. Acho que é assim que me sinto hoje, forte! Eu não consigo sozinha, por vez e de vez, aparecem uns anjinhos sapecas que me empurram. E cara, eu sou tão agradecida por isso. Sabe o que é ter alguém que briga por você? Eu consigo ser ainda mais sortuda. Tem dias como o de hoje, que não dá pra fazer nada além de sorrir com a alma. Eu sou namorada do acaso, e hoje ele me deu um belo presente.

Aí juntos todas as Lorenas que me sobram, e encaro de frente a vida que me resta. Nada má, só brincalhona!

E quando parece que o que você fez foi uma grande cagada na privada da vida?

Eu penso nisso. Mas quando penso Laís me chama no MSN. Conversa, se irrita com minha irritação, se preocupa e diz que queria fazer mais. A gente se encontra e ela me dá aquele abraço de urso, aquele carinho que eu preciso.
Mas eu estava tranquila há um ano atrás. E não tem como não pensar em como estaria minha vida se eu não saísse de lá. Mas aí o Léo chega e me olha como se sentisse minha dúvida. Me chama de linda, me faz companhia, conversa comigo e nunca passa sem registrar sua alegria.
Às vezes eu me entristeço, e Lidi me liga com um “oi meu amor” mais profundo do mundo. Ela nem precisa ouvir o que tenho. Ela me fala exatamente aquilo que toca e acalma meu coração.
E quando estou muito cansada, Vivi também está e comunga comigo as vicissitudes da vida. Mas apesar de passar por poucas e boas, ela tem sempre um ensinamento sábio, e um sorriso frouxo.
E como se não bastasse, naqueles dias perdida, a Mara me vem com uma piada sagaz, uma cutucada animadora e um carinho óbvio.

E é natural pensar no que poderia ter sido. Mas mesmo assim não consigo não pensar que pra tê-los, eu faria tudo de novo.

Como faz pra não se aposentar da escrita?

Faço de tudo pra ter inspiração, da página do site da Globo.com a blogs altamente intelectuais… Mas ultimamente nada funciona.

Quando eu era criança, assim que comecei a escrever, passei a escrever mais, mais e mais. Aquilo foi se tornando um vício. Partiu de cartas e mais cartas à minha mãe a poeminhas juvenis, e até romances infantis (Totó e seus dois doninhos 1, 2, 3 e lá vai fumaça). Aí na adolescência me aventurei nuns romances mais “elaborados”, escrevia poemas diversos, e eu era boa sim, tinha criatividade… Tudo bem que quase tudo era baseado nos conflitos da juventude adolescente e nada mais clichê que isso, mas eu desenvolvia muito bem, e as poucas pessoas que liam (eu tinha vergonha de mostrar) gostavam e incentivavam.

Na faculdade as coisas foram se definhando. Comecei a trabalhar mais seriamente, não tinha tempo nem pra coçar minhas costas, e parece que nada combina mais com a escrita do que a ociosidade. Me aventurei num Blog, e em outro e hoje estou aqui, mas o ritmo miserável que se tem quando se torna adulto me fez raciocinar pros meus textos uma vez por mês. E assim fica foda e duro pra quem produzia pra caralho todos os dias.

Qual o segredo pra aguçar a criatividade? Ler mais livros, ver mais filmes, talvez menos novelas, menos programas de auditório, assistir mais peças de teatro, ou não ir naquele churrasco no domingo? Não me mande relaxar, porque isso é caso perdido. Só queria recuperar aquela insana que escrevia até doer. Que lia e sentia vergonha do que lia, mas no fundo se achava o máximo. Devo estar na crise da aposentadoria. E aí velhinha que sou, tenho que fazer caminhadas pela manhã, abrir um caderno de palavras cruzadas pela tarde e entrar nas aulas de dança de salão à noite. Movimentar né? Quem sabe não saio desse estado de espírito de bloqueio mental?

Eu tenho um amigo de infância que me diz todas as vezes que fala comigo pelo msn: “Lore, não esqueça da menina seca e faminta que gritava aos 10 os sonhos de livraria e tarde de autógrafos”.

A fome e o sonho continuam os mesmos.

… Hoje aconteceram duas coisas bem legais comigo. E estou bem feliz.
Às vezes fico perplexa com o meu poder de superação. É que na verdade quando eu resolvo aniquilar os meus inimigos íntimos, tudo se resolve e eu acalmo. Só me surpreendo com algumas coisas que surgem de mim. Tenho múltiplas facetas que nem eu conheço. E como pode, né? Como eu sou louca, boba, insana… Percebi que ultimamente eu estava vivendo uma realidade bem distante do que eu procuro ser, e aí eu tive que recuar. Logo eu minha gente, que nunca recuei com nada que dei partida! Que sempre peitei até o fim… Mas fazer o que você não faria, às vezes dá certo. E deu. Tem dado.
Então. Resolvi parar. Desistir, voltar… resolvi ser inteligente. Ou não. Procurei ser racional, isso sim!
Estava deprê e nem combina comigo. Me olhava no espelho e nem me reconhecia direito. Mas querem saber? Me perguntem se me arrependo.
Nãaaaaaaaaaaao!
Como nada dessa vida, né? Vocês sabem que comigo as coisas merecem sim serem vividas.
De uma coisa eu tenho certeza. Eu vou ser a avó mais maneira de todas. Eu vou ter muita história louca pra contar…!

Boa noite diário!

Ontem tava frio, até choveu. Num momento choveu muito. Mas passou logo e continuou frio. Eu já estava prevenida, tinha trazido o casaco e tudo. Mas ele não bastou, parece que o ventinho gelado entrava em cada fio de emenda. Aí ontem mesmo no finalzinho esquentou, tumultuou, sensação oposta ao dia inteiro. Tirei casaco, levantei as mangas, mas suava…
Hoje tá gostoso. Nem quente nem tão frio. Saí feliz na rua, sorri pro motorista e pra trocadora. Até uma menininha linda sentou do meu lado pra me dar mais energia. Tá calmo, sereno, belo, mas não tá chato…

Eu às vezes não me entendo. Ok, mais do que normal!
Mas imaginem que a frase de título surgiu na minha cabeça como se eu tivesse escutado sussurrar no meu ouvido. E aí coloco aqui, pra tentar entender.
E porque “Já garimpei em lugares piores que esse”?

Garimpeiro significa “explorador de diamantes”.
Certamente quando você escuta a palavra garimpo, imagina um trabalho minucioso, de difícil conclusão e árduo. Achar diamantes não deveria ser mesmo tão fácil.
E aí eu te digo, os meus diamantes nunca vieram na moleza. Nossa, pelo contrário! Eu sempre trabalhei firme pra conseguir os que eu precisava pra seguir. E isso não é uma queixa, nem uma lamentação, porque se você soubesse como se aprende nessa vida de garimpeiro…
Hoje me encontro num solo pouco explorado, e já me sinto cansada…
Acho que entendi. Essa frase é motivacional. Veio pra me dizer que eu nunca desisti fácil, fui até o último e minúsculo diamante que pude conseguir. E em lugares muito piores. E quem sabe aqui eu não fique rica?!

Qualquer semelhança é mera coincidência.

Ela encontrou com ele numa mesa de sinuca. Uma amiga os apresentou e enfim, ela atraía todas as atenções, mas de um jeito estranho quem se sentiu atraída foi ela. De início era mesmo pelo bom papo, e pelo jeito “dele” falar como se fosse o mais íntimo dos seus amigos. Depois pelas coincidências de personalidade e opinião. Eles sentiam igual, o mundo, as relações, as sensações… Uma semana passou e eles se falavam todas as noites quando ambos chegavam em casa do trabalho. Decidiram outro encontro e no final do dia recebi este email:

“Sabe quando você sabe que é especial? Não, não foi a primeira vista. Ou foi e eu não percebi? Eu penso que foi rápido e construtivo cocomitantemente. Não dá pra compreender bem uma coisa: É possível construir algo sólido em pouco tempo? Sólido não como estado físico, mas como qualidade, clareza, e fortaleza. Eu sinto que foi o que aconteceu apesar de paradoxo. Aí as coisas se concretizam e se afirmam. Como se o destino quisesse dizer, ‘sabe aquilo que você imaginou não existir? É utopia e está na sua frente’. Levando em conta que utopia pode ser comparado com fantástico, e voltando pra minha realidade, vejo que não é tão irreal assim.
É tudo louco, como a mim e a minha vida. Mas é tudo tão certo, óbvio, fantástico, fato!”

Dias sem notícia. Até achei que a paixão tinha passado. Não é a primeira vez que ela me relatava algo assim arrebatador. Mania de se aventurar… Mas eu estava errada, comparecia ela novamente na minha caixa de email:

“Eu vou te dizer como ele é. O visual é como aquele que eu acho o ideal. A boca é um imã perigoso. Tem um sorriso que desarma e acalma. Mas as mãos me deixam tensa. Às vezes é magia, às vezes é simples… Por mais que eu não queira, eu me sinto parte dele. Com a gente tudo se encaixa. E sabe qual é o melhor? A gente não é obrigado a se falar, a se encontrar. E nem existe regra além de uma: continuarmos especiais. Eu nunca coloquei uma máscara sequer. Eu nunca precisei me vestir. Eu nunca deixei por falar. É como se eu me mostrasse por completa. Ele entende, observa, concorda, e ainda complementa. E apesar de tudo, apesar de eu sentir que ele se despe igualmente pra mim, ele é um mistério. Não saber como nós vamos acordar amanhã é o que me faz acordar e dormir com ele na cabeça. É estranho, você já me viu falar assim?”

Não querida. Eu nunca vi. E certamente vai ser a última vez que verei!

Até que o carnaval do Rio é bom. Mas o melhor do mundo é o da Bahia.
Não sei se é porque “Narciso acha feio o que não é espelho”.
Mas de verdade, aquela batida no peito, aquele suor ardente, aquela música, aquele povo, minha gente, não tem comparação. Não tem.
Eu fiquei muito em casa esses dias, e por vezes eu via meu carnaval na TV, até doía.

Eu tenho muita, muita saudade dos meus.
Mas fico até contente porque minha vinda pra cá só fez agregar. Comecei nessa de torcer por uma escola de samba, achava pacas de sem graça, mas esse ano numa vinheta com o trecho do enredo da U. da Tijuca eu faleI: “Essa escola eu faço questão de ver”. No domingo, caraca, Difudê! Ontem, mais Difudê ainda. A primeira vez que torço pra esse treco e de cara é a que ganha. Por isso eu digo Tijucanos: Eu dei sorte!
Agora numa Quinta de cinzas, literalmente, chove. É o adeus que dói mesmo, né? A folia vicia. Nem 7 dias de festa e a gente não quer voltar pra realidade. Mas mesmo assim eu fico feliz por voltar. Colocar em prática o que eu pensei pra minha vida esses dias. O ano não começa agora? E eu me disse que seria o meu ano. Das mudanças que começaram em 2009…
E lá vou eu, lá vou eu!

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Lore Almeida

Não tão simples. Pelo contrário. 24 anos e formada como Comunicóloga desde o berço. Lorena Almeida. Lorena porque meu pai é loiro e minha mãe morena, muito criativos esses seus pais!!! Eterna metamorfose, tudo demais e transbordante. Vida!!! Mais do que pode suportar... Às vezes explode, explosão de fúria, amor, desequilíbrio. Tem vezes que se sente a velha mais rabugenta do mundo, outras, a criança mais desprotegida e entusiasmada que existe. Esforço, amizade, família, namorado, INTERNET, atualidades, notícia, diversão, cinema, publicidade, arte, sapatilhas, chocolate, comida oriental... Perseguidora das respostas, mas sem interesse de achá-las prontas. Discussão, discórdia, OPINIÃO. "Não sou detentora da razão. Ela está em partes, precisamos uní-la".

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